A Revolução Urbana em Curso em Cidades Europeias

Nota da Heterocinecrítica:
8.5
Sumário
Reurbanologia)
I. Ficha Técnica

Título Original. A Revolução Urbana em Curso em Cidades Europeias.

Sinopse: Documentário sobre as experiências de revitalização das vias urbanas para pedestres nas cidades de Barcelona, Groningen e Paris.

País. Alemanha.

Data. 2022.

Duração. 25:52 minutos. Gênero. Minidocumentário. Classificação. Livre.

Idioma. Inglês & Espanhol. Cor. Colorido & preto e branco. Legendado. Português.

Direção. Judith Hartl & Thomas Neufeld.

Roteiro. M.Cano Santizo & M. Tobridge (reportagem).

Elenco. Fernanda Azzolini (narração). Fotografia. Miguel Ángel Cano Santizo. Montagem. Miguel Ángel Cano Santizo. Efeitos especiais. Jan Kamensky.

Produtora. DW Deutsche Welle.

Distribuidora. DW Brasil.

Complementos. Fundamentado em fatos.

II. Roteiro

Abertismologia. O argumento da obra concentra-se no caso de 3 cidade europeias, mas amplia o debate para todo o mundo, apontando que a dominância dos carros é uma questão presente em todas as cidades. Nota 8,0 neste item.

 

Rapport. A abordagem da obra estabelece rapport com amparadores relacionados ao processo de reurbanização, notadamente àqueles atuantes na qualificação do holopensene urbano para padrões paraecológicos. Nota 9,0 neste item.

 

Assistencialidade. Eis 4 análises possíveis do conteúdo assistencial apresentado pelo minidocumentário, listadas em ordem Alfabética (Nota 9,0 neste item):

  1. Em termos de assertividade amparológica a mensagem da obra é clara: priorizar a circulação de pedestres nas ruas é medida necessária para a melhoria da qualidade de vida e convivialidade sadia nas cidades.
  2. Por extensão, pode-se considerar aqueles ambientes possibilitadores da circulação a pé e da convivência como predisponentes à sintonização energética, podendo favorecer múltiplos fenômenos parapsíquicos.
  3. Em termos de efeitos impactoterapêuticos, a obra indica uma clara ne- cessidade de reciclagens individuais e grupais quanto ao uso dos carros, apontando para o como- dismo dos usuários de carros, a tendência de considerarem-se donos das ruas e as consequências das decisões urbanas centradas na conveniência dos motoristas.
  4. Em termos de objetividade tarística, a obra apresenta conteúdo informativo, sus- tentado em exemplos de cidades que mudaram parte da configuração de suas ruas; apresenta os

 

benefícios obtidos, os argumentos favoráveis e contrapontos de cada parte envolvida: pedestre, motoristas, comerciantes e poder público.

 

Exemplologia. Conteúdo exemplo: ruas para uso predominante ou exclusivo de pedestres e ciclistas; conteúdo contra-exemplo: apinhamento de bicicletas; conteúdo antiexemplo: avenidas anticonvívio. Nota 7,0 neste item.

 

Culturologia. A cultura urbana; a cultura da rua extensão da casa; a cultura da bike; a cultura dos carros; a cultura da inclusão; a cultura do foco na solução; a cultura da anti- competitividade; a cultura da cidadania efetiva. Nota 9,0 neste item.

 

Citaciologia. Eis citação presente na obra demonstrando a premência de modificarem-se as políticas urbanas: “O melhor momento para ter as nossas ruas de volta foi ontem, mas acho que o segundo melhor momento é hoje” – Marco te Brömmelstroet, especialista em mobilidade urbana. Nota 9,0 neste item.

III. Paradramaturgometria

Contexto. Segundo a Roteirologia, a obra analisada possui as seguintes características contextuais, apresentadas em ordem lógica:

  1. As cidade de Barcelona, Groningen e Paris estão transformando suas ruas em espa- ços para pedestres, mas a dominância dos carros na cultura urbana gera resistência.
  2. Mudar a prioridade das cidades dos carros para os pedestres, pois a qualida- de de vida urbana necessita das ruas como espaços públicos de convivialidade.
  3. Tempo-espaço presente.
  4. O nível de conflito apresentado é de ordem interconsciencial (convivialidade) e extraconsciencial no que diz respeito à mobilidade urbana e qualidade de vida nas cidades. A abordagem é fundamentalmente grupocármica.
  5. Fundamentado em fatos.
  6. Apresenta final fechado e otimista.

 

Tematologia. O tema central do plot da obra é neutro. O tema central da mensagem da obra é homeostático.

 

Atos. Eis os atos nos quais se divide a obra:

  1. O problema das cidades que há décadas são pensadas para os carros.
  2. Os casos de remodelação urbana em Groningen, Barcelona e Paris, e as mobi- lizações políticas para viabilizá-las.
  3. Os casos apresentados não são consolidados, ainda há muito a fazer. E quanto às outras cidades do planeta?

 

Personagens. Eis em ordem alfabética a relação dos grupos de personagens-chave e suas respectivas caracterizações:

  1. Empresários. Contrários ao modo como a remodelação está ocorrendo, alegando tratar- se de pauta partidária sem fundamentação em dados concretos sobre os impactos econômicos.
  2. Especialistas: em mobilidade urbana, apresentando argumentos a favor da remodelação das ruas para pedestres e ciclistas.
  3. Pedestres. Pessoas relatando os benefícios das ruas como espaços de convivência como superiores aos inconvenientes da redução do acesso aos carros.
  4. Políticos. Responsáveis pela remodelação em curso, destacando os benefícios de tais medidas

 

 

IV. Autopesquisologia

Abertismologia. O argumento da obra concentra-se no caso de 3 cidade europeias, mas amplia o debate para todo o mundo, apontando que a dominância dos carros é uma questão presente em todas as cidades. Nota 8,0 neste item.

 

Rapport. A abordagem da obra estabelece rapport com amparadores relacionados ao processo de reurbanização, notadamente àqueles atuantes na qualificação do holopensene urbano para padrões paraecológicos. Nota 9,0 neste item.

 

Assistencialidade. Eis 4 análises possíveis do conteúdo assistencial apresentado pelo minidocumentário, listadas em ordem Alfabética (Nota 9,0 neste item):

  1. Em termos de assertividade amparológica a mensagem da obra é clara: priorizar a circulação de pedestres nas ruas é medida necessária para a melhoria da qualidade de vida e convivialidade sadia nas cidades.
  2. Por extensão, pode-se considerar aqueles ambientes possibilitadores da circulação a pé e da convivência como predisponentes à sintonização energética, podendo favorecer múltiplos fenômenos parapsíquicos.
  3. Em termos de efeitos impactoterapêuticos, a obra indica uma clara ne- cessidade de reciclagens individuais e grupais quanto ao uso dos carros, apontando para o como- dismo dos usuários de carros, a tendência de considerarem-se donos das ruas e as consequências das decisões urbanas centradas na conveniência dos motoristas.
  4. Em termos de objetividade tarística, a obra apresenta conteúdo informativo, sus- tentado em exemplos de cidades que mudaram parte da configuração de suas ruas; apresenta os

 

benefícios obtidos, os argumentos favoráveis e contrapontos de cada parte envolvida: pedestre, motoristas, comerciantes e poder público.

 

Exemplologia. Conteúdo exemplo: ruas para uso predominante ou exclusivo de pedestres e ciclistas; conteúdo contra-exemplo: apinhamento de bicicletas; conteúdo antiexemplo: avenidas anticonvívio. Nota 7,0 neste item.

 

Culturologia. A cultura urbana; a cultura da rua extensão da casa; a cultura da bike; a cultura dos carros; a cultura da inclusão; a cultura do foco na solução; a cultura da anti- competitividade; a cultura da cidadania efetiva. Nota 9,0 neste item.

 

Citaciologia. Eis citação presente na obra demonstrando a premência de modificarem-se as políticas urbanas: “O melhor momento para ter as nossas ruas de volta foi ontem, mas acho que o segundo melhor momento é hoje” – Marco te Brömmelstroet, especialista em mobilidade urbana. Nota 9,0 neste item.

V. Acabativa

Homeostase. Eis pelo menos 5 fatores potencialmente influenciadores do padrão homeos- tático de referência ao assistir ao minidocumentário e desencadeadores de repercussões holosso- máticas e sinaléticas (Nota 9,0 neste item):

  1. Padrão holopensênico da reurbanização extrafísica; holopensene de ativismo social nas cenas de protestos pela retomada das ruas pelos pedestres na Holanda; holopensene do traffic rage em cenas de tráfego intenso de carros.
  2. Mentalsomática. Dados e fatos sobre os problemas urbanos e experimentos bem sucedidos, ao modo da retirada do sinal de trânsito no cruzamento aumentando a civilidade; imagens antigas mostrando o ambiente degradado e cenas atuais do ambiente reurbanizado.
  3. Psicossomática. Imagens antigas reais mostrando como as ruas eram usadas antes da dominância dos carros em contraposição à imagens reais e artísticas do excesso de tráfego; cenas contendo artes gráficas simulando o antes e depois das ruas humanizadas; cenas de convivialidade sadia nas ruas das cidades exemplificadas.
  4. Energossomática. Possíveis repercussões no chacra cardíaco em função dos exemplos de situações de convívio propiciadas pelas reurbanizações.
  5. Holomemória. Cenas em locações urbanas históricas (Barcelona e Paris) podendo gerar repercussões devido à holomemória pessoal com registro de passado na mesma localização.

Prescriciologia. Segundo a hominologia, eis possíveis conscins cobaias apresentadas no minidocumentário com potencial de análise conscienciométrica relevante nas auto e hetero avaliações dos pesquisadores e pesquisadoras interessados, expostos em ordem alfabética (Nota 9,0 neste item):

B. Homo sapiens artisticus:

  1. Jan Kamensky, designer de comunicação, elabora arte digital simulando a reurbanização das ruas das cidades.

 

E. Homo sapiens communitarius:

  1. Altis Play, ciclista ativista na cidade de Paris, influenciador digital.

 

C. Homo sapiens competitor:

  1. Nuria Paricio, integrante da Associação de Turismo “Barcelona Aberta”.
  2. Olga Iban, empresária.

 

D. Homo sapiens politicus:

  1. Anne Hidalgo, prefeita de
  2. Janet Sans, vice-prefeita de

 

A.   Homo sapiens reurbanisator:

  1. Carlos Moreno, idealizador do “15-minute city” na cidade de
  2. Marco te Brömmelstroet, professor da faculdade de Futuros da Mobilidade Urbana da Universidade de Amsterdam.
  3. Philippe Chiambaretta, arquiteto encarregado da reforma da Champs Élysées.
  4. Roland van der Schaaf, membro do Conselho de Desenvolvimento Territorial de Gronin- gen, atuante no processo de reurbanização da cidade desde a década de 1970.
  5. Roxane Meigniez, integrante da Academia do Clima de
  6. Salvador Rueda, idealizador das Superilles, membro da Agência de Ecologia Urbana de

 

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